A família era contra, mas ela não desistiu. Maria Natália Ferreiro do
Valle, carioca de 6 de março de 1951, sempre afirmou que queria ser
atriz. Aos 20 anos, muda-se para São Paulo para cursar Filosofia na USP.
Paralelamente, faz teatro amador na universidade. Na época, mora em um
pensionato e, para pagar as contas, dá aula de pré-vestibular.
Consegue ingressar na televisão em um programa de teleteatro na TV Cultura. Em 1975, é descoberta pelo roteirista Walter George Durst, que a convida para participar de seu novo projeto, a novela `Gabriela`. A atriz faz o papel de Aurora em sua estréia na trama exibida na Globo. No mesmo ano, participa de `A Moreninha`, uma adaptação de Marcos Rey para o romance de Joaquim Manuel Macedo. Em 1976, integra o elenco de `Saramandaia`, de Dias Gomes.
O ator Armando Bógus, com quem tinha contacenado em `Gabriela`, a chama para a peça `Bonifácio Bilhões`, que também tem Lima Duarte no elenco. Natália aceita e parte para uma temporada em Portugal. Na volta, ganha um papel de destaque na novela `Agua Viva` (1980), de Gilberto Braga, como par do ator Claudio Cavalcanti. Em 1981 contracena com Tony Ramos em `Baila Comigo`, de Manoel Carlos.
Em 1982, roda o filme `Pra Frente Brasil`, de Roberto Faria. Em 1984 interpreta sua 1ª protagonista de destaque na novela `Transas E Caretas` (1984), de Lauro Cesar Muniz. Ela é Marília, moça que aceita o desafio de levar ao altar qualquer um dos filhos da poderosa Francisca Moura Imperial (Eva Wilma), seja Thiago (José Wilker) ou Jordão (Reginaldo Farias), por um punhado de dólares, mas que acaba se apaixonando de verdade por um deles.
Em 1986 após um periodo afastada da tv, surpreende como a vilã Andréia na novela `Cambalacho`, de Silvio de Abreu. Destaca-se também em `Que Rei Sou Eu?` (1989). Na parodia de Cassiano Gabus Mendes, a atriz interpreta Suzanne, uma das personages principais, que luta para conquistar o coração do revolucionário Jean Pierre (Edson Celulari).
Em 1990 divide o palco com Arlete Salles, Susana Vieira e Tereza Piffer na peça `A Partilha`, de Miguel Falabella, um grande sucesso de bilheteria que fica cinco anos em cartaz e excursiona por todo o país.
Em 2003, seu trabalho mais recente é muito comentado. Em `Mulheres Apaixonadas` de Manoel Carlos, a atriz empresta sua sensualidade à Silvia, uma madame que se envolve com o namorado da empregada, o .taxista caetano (Paulo Coronato)
Consegue ingressar na televisão em um programa de teleteatro na TV Cultura. Em 1975, é descoberta pelo roteirista Walter George Durst, que a convida para participar de seu novo projeto, a novela `Gabriela`. A atriz faz o papel de Aurora em sua estréia na trama exibida na Globo. No mesmo ano, participa de `A Moreninha`, uma adaptação de Marcos Rey para o romance de Joaquim Manuel Macedo. Em 1976, integra o elenco de `Saramandaia`, de Dias Gomes.
O ator Armando Bógus, com quem tinha contacenado em `Gabriela`, a chama para a peça `Bonifácio Bilhões`, que também tem Lima Duarte no elenco. Natália aceita e parte para uma temporada em Portugal. Na volta, ganha um papel de destaque na novela `Agua Viva` (1980), de Gilberto Braga, como par do ator Claudio Cavalcanti. Em 1981 contracena com Tony Ramos em `Baila Comigo`, de Manoel Carlos.
Em 1982, roda o filme `Pra Frente Brasil`, de Roberto Faria. Em 1984 interpreta sua 1ª protagonista de destaque na novela `Transas E Caretas` (1984), de Lauro Cesar Muniz. Ela é Marília, moça que aceita o desafio de levar ao altar qualquer um dos filhos da poderosa Francisca Moura Imperial (Eva Wilma), seja Thiago (José Wilker) ou Jordão (Reginaldo Farias), por um punhado de dólares, mas que acaba se apaixonando de verdade por um deles.
Em 1986 após um periodo afastada da tv, surpreende como a vilã Andréia na novela `Cambalacho`, de Silvio de Abreu. Destaca-se também em `Que Rei Sou Eu?` (1989). Na parodia de Cassiano Gabus Mendes, a atriz interpreta Suzanne, uma das personages principais, que luta para conquistar o coração do revolucionário Jean Pierre (Edson Celulari).
Em 1990 divide o palco com Arlete Salles, Susana Vieira e Tereza Piffer na peça `A Partilha`, de Miguel Falabella, um grande sucesso de bilheteria que fica cinco anos em cartaz e excursiona por todo o país.
Em 2003, seu trabalho mais recente é muito comentado. Em `Mulheres Apaixonadas` de Manoel Carlos, a atriz empresta sua sensualidade à Silvia, uma madame que se envolve com o namorado da empregada, o .taxista caetano (Paulo Coronato)










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