sábado, 3 de dezembro de 2016

Em Memória-Paulo Autran

Paulo Paquet Autran (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1922São Paulo, 12 de outubro de 2007[2] ) foi um ator brasileiro de teatro, cinema e televisão
Paulo Autran mudou-se cedo para São Paulo, onde passou a maior parte de sua vida e estudou no Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo. Depois estudou Direito na capital paulista por influência do pai - que era delegado de polícia - e formou-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1945, inicialmente pensando em ser diplomata. Anteriormente a São Paulo, Paulo Autran morou na cidade de Sorocaba. Em 2006, em um encontro em Sorocaba com o poeta e letrista Marcelo Adifa, Paulo contaria emocionado como era brincar na casa grande que ocupavam na região central do município.
Desapontando na profissão de advogado, participou de algumas peças teatrais amadoras, tendo sido convidado a estrear profissionalmente com a peça Um Deus dormiu lá em casa, de Guilherme Figueiredo, com direção de Silveira Sampaio, em montagem do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). No começo relutou, afirmando não ser ator profissional. Entretanto, após receber o incentivo de sua amiga Tônia Carrero, aceitou o desafio. A peça, que estreou para o grande público no dia 13 de dezembro de 1949, no Teatro Copacabana, Rio de Janeiro, tornou-se um grande sucesso, rendendo inclusive alguns prêmios para o jovem ator. Posteriormente, "Um Deus..." foi novamente montada, dessa vez pela Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA), com direção de Adolfo Celi, em 1956.[3] [4]
Após seu primeiro êxito comercial, Autran resolveu largar a advocacia e passou a se dedicar exclusivamente à carreira artística, dando prioridade ao teatro, sua grande paixão. Chegou a atuar em alguns filmes e telenovelas, mas foi no palco que desenvolveu sua arte e se tornou conhecido, vindo a receber o epíteto de "O Senhor dos Palcos". No entanto, também teve memoráveis atuações na televisão e no cinema, em especial por sua participação em Terra em Transe, clássico de Glauber Rocha.
Ao longo de sua carreira, estabeleceu importantes parcerias, com diretores como Adolfo Celi, Zbigniew Ziembiński e Flávio Rangel, e atrizes, como Tônia Carrero .
Na televisão destacou-se em Guerra dos Sexos, em que contracenava ao lado de Fernanda Montenegro e protagonizou algumas cenas antológicas da teledramaturgia, e em Pai Herói, quando viveu o vilão carismático Bruno Baldaraci. Nos últimos anos fez apenas participações especiais, principalmente em minisséries, a última das quais Um Só Coração, em 2004. Em 2012 aparece em uma participação especial na telenovela Guerra dos Sexos apenas um flashblack e o seu velório, ambos exibidos no primeiro capítulo.
Seu último personagem no cinema foi no filme O Passado, de Héctor Babenco.
Estreou seu 90º espetáculo em 2006, a peça O Avarento, de Molière, no Teatro Cultura Artística. Essa peça teve a sua temporada suspensa porque o ator apresentou problemas de saúde.[5]
No ano anterior à sua morte, Paulo Autran passara por diversas internações, por conta de um câncer de pulmão. O tratamento (radioterapia e quimioterapia) não o impediu de seguir atuando em O Avarento - e nem de seguir fumando até quatro maços de cigarros por dia.[6]
Faleceu aos 85 anos, depois de sofrer um enfisema pulmonar e por complicações decorrentes do câncer.[2] A pedido da família, a causa mortis não foi divulgada pela equipe médica que o acompanhava. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo e cremado no Crematório da Vila Alpina.
Desde 1999, Paulo Autran era casado com a atriz Karin Rodrigues.
Em 15 de julho de 2011, a Lei 12.449 o declarou Patrono do Teatro Brasileiro.















Em Memória-Paulo Gracindo

Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo, (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1911Rio de Janeiro, 4 de setembro de 1995) foi um ator brasileiro.
Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai. Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: "Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope." Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto? Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40.
Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta; e no programa de rádio Balança mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico.
Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!".
Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema Novo. Fez um papel em Terra em Transe, de Glauber Rocha. Achava a sétima arte complicada demais: É coisa de chinês, dizia.
Morreu aos 84 anos. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.



Balança mais não cai 1982

ARAPONGA-1990

HIPERTENSÃO 1986

BANDEIRA DOIS 1971

O CASARÃO 1976

RAINHA DA SUCATA 1990

ROQUE SANTEIRO 1985


ANNE JEFFREYS

Anne Jeffreys (nascido em 26 janeiro de 1923) é uma atriz e cantora americana
Nascido Annie Carmichael [1] em Goldsboro, na Carolina do Norte , Jeffreys entrou no campo do entretenimento em uma idade jovem, a sua formação inicial foi na voz (ela era uma soprano realizado), mas ela decidiu como um adolescente para assinar com o John Robert Powers agência como um modelo júnior.
Seus planos para uma carreira operística foram postos de lado quando ela foi lançada em uma revisão musical encenado, Fun for the Money . Sua aparição na revista que a levou a ser escalado para seu primeiro papel no cinema, em Casei com um Anjo (1942), estrelado por Nelson Eddy e Jeanette MacDonald . Ela estava sob contrato para ambos RKO e República Studios durante a década de 1940, incluindo várias aparições como Tess Trueheart no Dick Tracy série, e de 1944 Frank Sinatra musical Passo Lively . Ela também apareceu na comédia de horror Zombies na Broadway com Wally Brown e Alan Carney em 1945 e atuou em Riffraff com Pat O'Brien dois anos depois.
Quando sua carreira vacilou, ela em vez focada em sua carreira nos palcos, interpretando papéis principais na Broadway em produções como a 1947 ópera Street Scene , 1948 Cole Porter musical Kiss Me, Kate (que substituiu Patricia Morison ) e os 1.952 musicais Três desejos para Jamie . Com marido longo prazo Robert Sterling , que foi casada primeiro a Ann Sothern , ela apareceu na CBS sitcom da Topper (1953-1955), no qual ela foi anunciado em uma narração como "o Ghostess com a anfitriã".
Em 18 de dezembro de 1957, Jeffreys e seu marido teve um casal com um arranjo incomum namoro provocada por um ataque de febre no episódio "The Julie Gage Story", transmitido na primeira temporada da NBC 's Wagon Train . [2 ]
Depois de uma semi-aposentadoria na década de 1960, ela apareceu na televisão, aparecendo em episódios de séries como Love, American Style (com o marido), LA Law e Murder, She Wrote . Ela foi nomeada para um Globo de Ouro por seu trabalho em The Delphi Bureau (1972). De 1984 a 1985, estrelou o curta Spelling Aaron série Finder of Lost Loves . Ela também apareceu em Baywatch como David Hasselhoff mãe, e também teve um papel recorrente na novela noturna Falcon Crest como Amanda Croft.
Em 1979, ela estrelou como Siress Blassie no Battlestar Galactica episódio " The Man With Nine Lives ", como um interesse amoroso de Camaleão, um papel desempenhado por Fred Astaire . Ela foi a última pessoa a dançar com ele na tela. Ela também estrelou como primeiro-ministro Dyne no Buck Rogers no Século 25 episódio "Planeta dos Mulheres da Amazônia", como o líder do planeta titular.
Seu mais recente carreira tem sido na televisão diurna; desde 1984, ela apareceu na novela General Hospital (bem como a sua curta duração spinoff, Port Charles ) como socialite rica Amanda Barrington . O personagem apareceu pela última vez na tela em 2004 para o funeral de Lila Quartermaine e seu personagem foi morto fora da tela em 2013.
Estrela Jeffreys 'no Hollywood Walk of Fame é na 1501 Vine Street
Jeffreys foi casado duas vezes. Seu primeiro casamento, com José Serena, foi anulado em 1949.
Ela se casou com o ator Robert Sterling em 1951. Sterling apareceu com Jeffreys na série Topper . Em janeiro de 1958, a dupla tentou outra série, Love That Jill. Ele correu apenas alguns meses, com 13 episódios tiro. Eles tiveram três filhos: Jeffrey, Dana e Tyler. Robert Sterling morreu em 30 de maio de 2006 às 88 anos.

                                                  














segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Pelé

Edson Arantes do Nascimento[4] KBE, conhecido como Pelé (Três Corações, 23 de outubro de 1940[4] ), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante, considerado o maior futebolista da história.[5]
Descoberto por Waldemar de Brito,[6] começou sua carreira no Santos aos 16 anos, entrou na Seleção Brasileira de Futebol aos 16, e venceu sua primeira Copa do Mundo de futebol aos 17. Apesar das numerosas ofertas de clubes europeus, as condições econômicas e as regulações do futebol brasileiro da época beneficiaram o Santos, permitindo-lhes manter Pelé por quase duas décadas no clube até 1974. Com o atleta no elenco, o Santos atingiu seu auge nos anos de 1962 e 1963, em que conquistou os torneios intercontinentais.[7] Em 1975 foi transferido para o New York Cosmos, onde encerrou sua carreira após dois anos nos Estados Unidos. Sua técnica e capacidade atlética natural foram universalmente elogiadas e durante sua carreira, ficou famoso por sua excelente habilidade de drible e passe, ritmo, chute preciso, habilidade de cabecear, e artilharia prolífica. É o maior artilheiro da história da seleção brasileira e o único futebolista a ter feito parte de três equipes campeãs de Copa do Mundo. Em novembro de 2007, a FIFA anunciou sua premiação com a medalha da Copa de 1962 (a qual, devido a uma contusão na segunda partida, teve apenas o primeiro jogo disputado por ele), no qual o jogador Mané Garrincha o substituiu, retroativamente, fazendo dele o único futebolista do mundo a ter três medalhas de Copa do Mundo.
Desde sua aposentadoria em 1977, Pelé tornou-se embaixador mundial do futebol, também tendo passagens pelas artes cênicas e empreendimentos comerciais. É atualmente o Presidente Honorário do New York Cosmos.[8] Pelé é também o único brasileiro (e um dos raros estrangeiros) a receber uma honraria do Reino Unido pelas mãos da Rainha Isabel II no Palácio de Buckingham. Foi condecorado como Cavaleiro Comandante da Mais Excelente Ordem do Império Britânico por promover o futebol e popularizá-lo no mundo.[9] Em 1999, foi eleito o Futebolista do Século pela International Federation of Football History and Statistics. No mesmo ano, a revista francesa France Football consultou os ex-vencedores do Ballon D'Or para elegê-lo o Futebolista do Século em primeiro.[10] Em sua carreira, no total, marcou 1281 gols em 1363 partidas, número que fez dele o maior artilheiro da história do futebol.[11]
No Brasil, Pelé é saudado como um herói nacional por suas realizações e contribuições ao futebol.[12] Também é conhecido pelo seu apoio a políticas para melhorar as condições sociais dos pobres, tendo inclusive dedicado seu milésimo gol às crianças pobres brasileiras.[13] Durante sua carreira, foi chamado de Rei do Futebol, Rei Pelé, ou simplesmente Rei.[14] Recebeu o título de Atleta do Século de todos os esportes em 15 de maio de 1981, eleito pelo jornal francês L'Equipe. No fim de 1999, o Comitê Olímpico Internacional, após uma votação internacional entre todos os Comitês Olímpicos Nacionais associados, também elegeu Pelé o "Atleta do Século". A FIFA também o elegeu, em 2000, numa votação feita por renomados ex-atletas e ex-treinadores como O Jogador de Futebol do Século XX.
Edson Arantes do Nascimento nasceu em Três Corações, no estado de Minas Gerais, em 23 de outubro de 1940.[15] Filho de dona Celeste Arantes e de João Ramos do Nascimento, conhecido futebolista no sul de Minas Gerais, alcunhado Dondinho. Em 1945, mudou-se com a família para Bauru (São Paulo). O nome "Edison" foi escolhido pelo pai para fazer uma homenagem ao inventor Thomas Edison.[16]
Ainda criança manifestou a vontade de ser futebolista. Ironicamente a alcunha "Pelé" que serviu para identificar o jogador considerado o maior goleador de todos os tempos teve origem num goleiro. Em 1943 o pai de Pelé jogava no time mineiro do São Lourenço. Pelé, que então tinha três anos, ficava bastante impressionado com as defesas do goleiro da equipe do pai e gritava: "Defende Bilé". As pessoas próximas começaram a chamá-lo de "Bilé". Muitas crianças colegas do garoto Edison tinham dificuldade em pronunciar "Bilé" e com o tempo o apelido virou "Pelé".
Com onze anos, já em Bauru, jogava em um time infanto-juvenil, o Canto do Rio, cuja idade mínima para participar era de treze anos. O pai então o estimulou a montar o seu próprio time: chamou-o Sete de Setembro. Para adquirir material, como bolas e uniformes, os garotos do time chegaram a furtar produtos nos vagões estacionados da Estrada de Ferro Noroeste para vender em entrada de cinema e praças.
Posteriormente, viria a jogar no Baquinho, o time de maior referência da juventude do Pelé. O time principal era o Bauru Atlético Clube (BAC), da categoria principal da cidade e de onde derivou o nome do time juvenil. O BAC mandava os seus jogos na rua Rio Branco, onde hoje foi construído um hipermercado. O convite para jogar no Baquinho partiu do Antoninho "Bigode", que oferecia até emprego para os jogadores. Foi Antoninho, ainda, quem dirigiu o primeiro treino do time. Depois, o Waldemar de Brito, famoso jogador do passado e técnico dos profissionais, passou a treinar a equipe. Foi ele quem levou Pelé para a equipe do Santos.
Pelé começou sua carreira no Santos FC, em 1956 e disputou sua primeira partida internacional com a Seleção Brasileira dez meses depois. Na década de 1960, foi convidado para jogar fora do Brasil, na Europa, mas preferiu ficar no Santos.[17]
Um fato que destacou a importância de Pelé no exterior foi quando de sua visita à África em 1969. No transcorrer da guerra civil no Congo Belga, para que Pelé e o time do Santos transitassem em segurança entre Kinshasa e Brazzaville, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.[18]
Atuou como goleiro por quatro vezes, todas pelo Santos. Nas quatro oportunidades, somou 54 minutos atuando debaixo das traves e não levou nenhum gol.[19]
Na década de 1980, namorou a então aspirante a modelo Xuxa,[20] sendo considerado o principal responsável pela projeção inicial dela na mídia. O mesmo período em que foram lançadas filmagens de Xuxa em um filme erótico chamado Amor, Estranho Amor. O filme com cenas polêmicas de Xuxa teve a exibição embargada na Justiça Brasileira anos depois, por iniciativa da própria atriz, que se tornara famosa e rica na TV brasileira atuando como apresentadora infantil. Em entrevista à revista Placar, Pelé revelou que, a pedido do pai de Xuxa, ele aproveitou-se de sua influência para recolher as cópias originais do filme e do ensaio nu da então namorada publicado pela Playboy, em 1982.[21]
Foi ministro dos Esportes do Brasil de 1995 a 1998; nessa época aprovou mudanças na Lei Zico, que passou a ser conhecida como Lei Pelé. A legislação, muito criticada pelos dirigentes de clubes brasileiros, na verdade segue em linhas gerais as diretrizes internacionais da FIFA para contratação de jogadores.
Em 2000, na conturbada eleição de Melhor Jogador do Século da FIFA, Pelé foi aclamado como o melhor de todos os tempos, a frente do craque argentino Diego Maradona. Em 3 de março de 2004, junto a FIFA, Pelé elaborou uma lista contendo os cem melhores jogadores de futebol vivos, denominada FIFA 100. Em maio de 2005, Pelé ganhou espaço no noticiário por conta da prisão de seu filho Edson Cholbi Nascimento, o Edinho, autuado sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. Em 2014, durante internação no hospital, médicos divulgaram que Pelé extraiu um rim na época em que jogava no New York Cosmos por causa de uma joelhada que sofrera ainda como atleta do Santos.[22]

Camisa 10

Depois de Pelé, a camisa 10 passou a ser vestida pelo melhor jogador do time, tanto no Brasil quanto no exterior. No time do Santos e no do Cosmos de Nova York, ele utilizava esse número por ser o meia-esquerda. Em sua estreia na Seleção Brasileira, Pelé atuou com a camisa de número 9, a camisa de número 10 ele só começou a utilizar a partir do Mundial de 1958, cuja distribuição da numeração se deu de forma aleatória por um membro da Fifa, posto que, a delegação brasileira havia deixado de fornecer aos organizadores daquele mundial a numeração dos atletas